quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Jornada


É constante. Tudo é constante. Nossa vida é constante. Segue um padrão. Nascemos, vivemos e morremos. Constante direção de eventos. Então para que seguimos? Por que nos mantemos vivos? Já temos a resposta do final de tudo, e ela se chama morte. Mas não é a morte que nos atraí. É o que nos leva até ela. É a jornada e as trilhas que pisamos antes de respirar pela última vez. É simplesmente entender que existem mais coisas além da vida e do fim da própria. Navegamos sem rumo, perdidos, sempre seguindo a luz no fim do túnel, que na verdade não passa de um trem desgovernado que carrega as almas daqueles que já atingiram sua hora. Prosseguimos por caminhos cobertos de mistérios e segredos e é isso que nos chama tão ardentemente para caminhar por vales desconhecidos e nos apaixonarmos por totais estranhos que vemos na rua.

O mistério nos atrai. O anormal é interessante, instigante. A curiosidade nos faz viver, mas ela também nos dá nosso atestado de óbito. Isso deveria ser mais do que gratificante. 


Um comentário:

  1. Para fazer um comentário aqui eu junto duas frases que adoro: Não se pode dizer se a vida é boa ou ruim, a vida é ótima, simplesmente por existir. Seguindo isso, prossigo: que seja eterna enquanto dure.

    Abraços.

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