O escritor





Gabriel é o nome do escritor, do pecador, do pensador, sem rimas, do não-músico músico, do leitor amador. Eu que me chamo Gabriel sou o dono desses pensamentos que você quis ler, que talvez você quis compartilhar. Toda dor é verdadeira, toda a verdade é derradeira. Amar é minha verdade e escrever é a minha vontade para relatar as passagens de dias passageiros e preguiçosos. Em 16 outonos a mente não se prepara adequadamente para o que vem pela frente. Video-games, livros, filmes, isso é diversão adolescente e me inova, assim, de repente. O Labirinto Silencioso é feito de momentos perdidos. Eu sou feito de momentos perdidos. E se moro em São Paulo, Bragança Paulista, Atibaia, Santos ou Ubatuba, eu sou uma. Uma alma. Uma verdade. E sou um. Um garoto. Um apaixonado não apaixonado, mas apaixonado. Um escritor. Um pecador. Um criador de muros de fotografias e sonografias perdidas pela livraria do nada em nada.